Julgamento que pode levar à inelegibilidade de Dr. Furlan é adiado no TSE

TSE adia julgamento de processo que pede inelegibilidade de Dr. Furlan e nova eleição em Macapá. Isadora Pereira/g1 O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adiou...

Julgamento que pode levar à inelegibilidade de Dr. Furlan é adiado no TSE
Julgamento que pode levar à inelegibilidade de Dr. Furlan é adiado no TSE (Foto: Reprodução)

TSE adia julgamento de processo que pede inelegibilidade de Dr. Furlan e nova eleição em Macapá. Isadora Pereira/g1 O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adiou, nesta quinta-feira (17), o julgamento sobre a possível inelegibilidade de Dr. Furlan e a convocação de nova eleição em Macapá. A sessão foi suspensa devido à falta de quórum. A análise foi interrompida em razão da ausência do ministro Dias Toffoli. O processo envolve Dr. Furlan (PSD), e investiga acusações de suposto abuso de poder político, econômico e condutas vedadas pela legislação eleitoral durante o evento Macapá Verão de 2024. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp Agora no g1 🔎A falta de quórum ocorre quando não há o número mínimo exigido de membros (como juízes, ministros, deputados ou vereadores) para abrir uma sessão, realizar uma votação ou tomar uma decisão válida. LEIA MAIS: Carro cai no Rio Matapi e suspeita é de que veículo pertença a pessoa desaparecida no AP; VÍDEO Concurso da Polícia Civil do Amapá tem 396 vagas e salários de até R$ 31 mil; EDITAL Focos de calor no AP saltam de 36 para 160 em um ano; Calçoene concentra metade das ocorrências A sessão havia sido retomada nesta quinta-feira (17) após ficar suspensa desde 14 de maio, quando o presidente da corte, ministro Nunes Marques, fez um pedido de vista para analisar o processo. O placar da votação até o momento está em 2 a 1 pela cassação e inelegibilidade de Dr. Furlan. O ministro Floriano de Azevedo Marques defendeu a cassação dos diplomas de Furlan e do vice-prefeito afastado Mário Neto, a aplicação de inelegibilidade por oito anos e a convocação de nova eleição na capital. O relator defendeu ainda a execução imediata da decisão caso a maioria seja consolidada. Quatro ministros titulares ainda precisam votar para concluir o julgamento.